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Cachimbo de Água

Blog de Francisco Luís Fontinha; poeta, escritor, pintor...

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01.05.23

E que o vento nunca leve o teu cabelo

E o teu sorriso,

E que o vento te abrace,

Em cada doce madrugada,

 

E que do vento venham as flores da Primavera

Que escrevem em teus lábios,

E desenham nos teus lábios…

A Primavera,

 

E que o vento habite em teus sonhos

Das manhãs depois de acordarem,

E que o vento seja justo, seja sincero…

E que o vento nunca deixe…

 

Nunca deixe de te amar.

E que o vento seja eu,

Esta pobre flor sem madrugada,

E que o vento…

 

E que o vento seja apenas o vento,

O vento sem mais nada.

E que o vento…

E que o vento se deite no teu ventre,

 

E que do vento, acorde mais vento…

Mais vento em cada doce madrugada.

E que o vento nunca leve o teu cabelo

E o teu sorriso, e que o vento te traga o sono da alvorada.

 

 

 

Alijó, 01/05/2023

Francisco Luís Fontinha

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